Só por puro preconceito,
não se actua indiferente,
com aquele que é sujeito,
a ser julgado injustamente.
Que querem fazer da vida,
cerrando assim o olhar?
Que pode provocar ferida,
pelo simples acto de censurar.
Nesta sociedade doente,
com grande falta de coragem,
a que ser prudente,
para não capitular na voragem
de um sentimento de superioridade,
perante o desconhecido,
que humilha a igualdade,
na ignorância do juízo.
Pois quem vive na arrogância,
não percebe que toda a gente,
por simples concordância,
tem o direito de ser diferente.
E mesmo com pouca educação,
de quem se esquece de dar atenção,
não percebe que ao irmão,
também bate um coração!
Conceituar sem se conhecer,
indagar só o auto conhecimento,
é não querer apreciar ou aprender,
como a diferença que nos ajuda ao crescimento.
Toda a descriminação,
por falta de criatividade,
já condena a comoção,
de quem não provém da originalidade.
Só quando prevalece o amor,
se reflecte a elegância de um coração,
independente da cor,
livre de raça ou religião.
Mil e uma formas de dar e repartir,
recebidas com interesses desiguais,
que mesmo a multiplicar ou dividir,
nunca seriam em partes iguais…
domingo, 26 de agosto de 2007
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